O Carnaval de Salvador é a maior festa de rua do planeta e existem diversas formas de curtir com muita alegria. Veja aqui as melhores!

Todos os anos Salvador recebe milhares de turistas para curtir a maior festa de rua do planeta, o Carnaval. A festa dura 6 dias seguidos e conta com atrações para todos os gostos e estilos nos principais circuitos e blocos. Conheça aqui mais detalhes sobre nosso famoso carnaval:

Circuito Batatinha (Pelourinho)

No Pelourinho, o carnaval é festejado todos os anos de uma forma mais tradicional. Um dos objetivos do circuito Batatinha é reviver carnavais passados e apresentar um ambiente mais familiar. Concursos, desfiles, marchinhas e fanfarras são as principais atrações, e ocorrem muitas apresentações nos palcos fixos do Pelourinho com estilos musicais variados. Também é possível descansar um pouco da festa e apreciar um dos excelentes restaurantes da região, que sempre funcionam durante a festa. 
 
Circuito Osmar (Campo Grande) e Dodô (Barra – Ondina)
 
O circuito Dodô e Osmar são os mais famosos e que por sua vez contam com várias bandas tocando em cima de caminhões equipados com caixas de som, os famosos trios elétricos. Os circuitos são feitos a pé pelos foliões e costumam demorar 5 horas. Para ter acesso a parte interna das cordas nos blocos é necessário comprar um Abadá (uma camisa exclusiva que vale como ingresso). 
Para aqueles que não abrem mão da exclusividade, a pedida é curtir em um camarote. Os camarotes podem ser dos mais simples com apenas a infraestrutura básica, até locais de alto luxo com sistema all inclusive e palcos próprios.
Também há quem prefira economizar. Então, nada melhor que a famosa “pipoca”, onde os foliões curtem do lado de fora das cordas e sem custo algum. Existem até blocos sem cordas que são abertos ao público. Basta acessar a programação oficial para verificar quando eles vão ocorrer. 
 

Filhos de Ghandy
 
 Um dos mais tradicionais blocos do Carnaval de Salvador, fundado em 1949, o afoxé Filhos de Gandhy tornou-se o maior Afoxé do Carnaval da Bahia. Com seu ‘tapete branco’, batuque contagiante e mensagens de paz, o bloco mantém a tradição da religião africana ritmada pelo agogô. Sua fantasia é composta por lençóis e toalhas brancas transformadas em turbantes.
Os foliões vão fantasiados desde a sua sede, no Pelourinho, até o Campo Grande no primeiro dia, no dia seguinte desfilam na Barra e no último dia retornam ao Campo Grande. 
Aos interessados em participar é recomendado comprar ou reservar sua fantasia com antecedência pois a procura é muito grande. 
 
Ile Aiyê
 
Nascido em 1974 e composto por ritmistas, cantores e dançarinos negros, o Ilê Aiyê é considerado patrimônio cultural da Bahia, sendo o primeiro bloco afro do Brasil. De origem iorubá, Ilê Aiyê pode ser traduzido como "Casa de Negro" e ocorre todos os anos no bairro do Curuzu, na Liberdade, o maior bairro negro do Brasil. 
A musicalidade do bloco segue diálogo com ritmos oriundos da tradição africana, que ajudam no que o bloco propaga como "reafricanização" do Carnaval da Bahia.

Olodum

Tradicional bloco afro-brasileiro, o Olodum é atualmente um grupo cultural, considerado uma organização não governamental que visa combater a discriminação social. Durante o carnaval a banda se apresenta na maioria das vezes em seu local de origem, o Pelourinho. O som dos tambores contagia todos a volta em um ritmo único de muita alegria, música e dança.